Polo Astronômico

Construído para disseminar os conceitos astronômicos, o Polo Astronômico Casimiro Montenegro Filho atua dentro da filosofia de popularização das ciências, incentivando a formação de uma cultura científica e um ensino de qualidade.

 

Certificado pela International Astronomical Union (IAU), por meio da Network for Astronomy School Education (Nase), o Polo também faz parte de redes internacionais de observação de asteroides e está associado ao Minor Planet Center, outro órgão da IAU. Recentemente, integrou a equipe que descobriu anéis em um asteroide, cujo empenho ocasionará na publicação de um artigo na conceituada revista Nature.

 

 

O Polo atua em três linhas:

- Informacional - na condição de um centro de ciências, realiza atendimentos rotineiros a estudantes de todos os níveis de ensino, nos três países que compõem a tríplice fronteira (Argentina, Brasil e Paraguai);

 

- Formacional – promove a qualificação de professores do ensino básico da rede pública, uma vez que, no Paraná, o ensino da astronomia é tema estruturante do currículo. Também apoia projetos de pesquisa educacional, realizados na estrutura do Polo em parceria com instituições de ensino superior;

 

- Pesquisa e observação - consiste no monitoramento e observação de astros cujas dinâmicas são pertinentes ao contexto científico. O observatório faz parte do Minor Planet Center (MPC), órgão da International Astronomical Union (IAU), entidade máxima da astronomia mundial.

 

 

Resultados alcançados em 2013:

- 8.854 estudantes atendidos;

- 551 professores atendidos;

- 132 professores qualificados em astronomia;

- 4 eventos científicos nas áreas de astronomia e ciências afins;

- 3.977 pessoas atendidas durante atividades itinerantes;

- 7.517 visitantes (turistas);

- 14 monitores qualificados em astronomia para o atendimento turístico.

 

Estudantes cegos poderão “ouvir” os astros em visita ao Polo Astronômico

A instalação de um radiotelescópio, projeto desenvolvido em parceria com a Nasa, permitirá aos estudantes e demais cegos “ouvirem” os astros no Polo Astronômico Casimiro Montenegro Filho. O sistema, que entrou em fase de testes no final de 2013, deve ser o primeiro de escuta astronômica na região de Foz do Iguaçu.

 

O radiotelescópio permite “observar” o planeta Júpiter e o Sol por meio da faixa de rádio. Dessa forma, é possível transformar a radiação captada em sinal audível para os alunos cegos. Além de permitir uma nova experiência sensorial sobre o espaço, a coleta de dados na faixa do rádio ajudará, no campo da pesquisa científica, a entender melhor o comportamento dos astros.