Case do programa de reciclagem do Oeste do Paraná é apresentado em Workshop do MPPR 

Programa Gestão de Resíduos Sólidos (GRS)
Desde 2017, o Parque Tecnológico Itaipu Brasil vem apoiando o planejamento e a operacionalização da reciclagem e da disposição final de rejeitos, por meio de investimentos feitos pela Itaipu Binacional e pelas prefeituras dos 55 municípios da área de atuação da usina.     

A atuação do Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR), por meio do Programa Gestão de Resíduos Sólidos (GRS), foi destaque durante o Workshop: “A implementação da Reciclagem”, realizado nesta segunda-feira (09).  

A iniciativa foi promovida pelo Ministério Público/MPPR, através do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Proteção do Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo (CAOPMAHU) e o Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo MPPR (GAEMA), regional de Londrina.  

Participaram, de forma online, mais de 100 gestores e representantes públicos de diversas cidades do Estado do Paraná. Na ocasião, a engenheira sanitarista do PTI-BR, Renata Dias, apresentou o histórico da instituição na prestação de assessoria técnica em saneamento com ênfase na gestão de resíduos sólidos com a Itaipu Binacional e mais 55 municípios da Região Oeste e Mundo Novo/MS. “É uma satisfação compartilhar os benefícios ambientais e sociais atrelados ao projeto para que iniciativas de reciclagem possam caminhar por todo o Paraná”, destacou Renata.  

Apresentação Renata PTI-BR

As estratégias que envolvem a estruturação da gestão de resíduos foram trazidas para os participantes, entre elas: os investimentos em infraestrutura e equipamentos de reciclagem, a assessoria técnica, o monitoramento pelo Reciclômetro, a educação ambiental e formação continuada, as unidades de referência e a inovação tecnológica no setor.  

Segundo Renata, o GRS é “um Programa feito a muitas mãos”. Além da questão estrutural, foram destacados a gestão do programa (Itaipu Binacional), operação (prefeituras, catadores, rede de técnicos e Educadores Ambientais), a assessoria técnica especializada (PTI-BR com o planejamento e implementação) e demais parceiros como o Instituto Paranaense de Reciclagem (InPAR), que articula a logística reversa na região juntamente com o PTI-BR.  

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                             Segundo Renata “São 55 municípios aderidos ao Programa com coleta seletiva e 67 Unidades de Valorização de Reciclados (UVRs) em operação assistida pela assessoria”.

Os participantes do workshop puderam conhecer, ainda, o Reciclômetro, uma ferramenta online e unificada utilizada pelos gestores do Programa GRS para o monitoramento da reciclagem na região. Implantado em toda a rede de atuação, ele possibilita a avaliação operacional das Unidades de Valorização de Recicláveis (UVRs), a análise crítica adequada e a tomada de ação assertiva. O Reciclômetro conta com seis formulários de coleta de dados e painéis de monitoramento regional.  

Renata também apresentou os resultados e benefícios gerados pelo Programa no panorama regional de 2018 a 2022. “São 55 municípios aderidos ao Programa com coleta seletiva e 67 Unidades de Valorização de Reciclados (UVRs) em operação assistida pela assessoria. Ainda, um relevante avanço destaca a sustentabilidade dessas UVR: “A região totaliza 41 Contratos de prestação de serviço reciclagem (75%) e 18 Contratos de logística reversa (32%)”, afirmou.