PTI-BR participa do maior evento de Inovação e Tecnologia da América Latina

O Rio Innovation Week deve receber cerca de 40 mil pessoas em 4 dias do evento 

 

O Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR) participa entre os dias 13 e 16 de janeiro do Rio Innovation Week, maior evento de Inovação e Tecnologia da América Latina, que espera receber cerca de 40 mil pessoas, incluindo mais de 500 palestrantes, 1.000 startups e 190 expositores. 

O Rio Innovation Week terá diversos espaços com foco em diferentes segmentos do mercado que hoje utilizam a tecnologia como base para crescimento dos negócios, entre os quais o Sociedade 5.0, o Conecta e o AgroRio Tech. 

O espaço Sociedade 5.0 objetiva a convergência de todas as inovações que possibilitam maior qualidade de vida para o cidadão, em especial as cidades inteligentes. O Conecta reforça como o Varejo 4.0 foca na convergência de dois mundos: o varejo tradicional e o varejo digital. O AgroRio Tech apresenta a agricultura do futuro, através das tecnologias, fomentando negócios, e promovendo a inovação.  

  

Smart Vitrine 

A participação do PTI-BR no evento tem como objetivo divulgar as iniciativas e soluções realizadas no Programa Vila A Inteligente, prospectar empresas para o Smart Vitrine e parceiros estratégicos para o Hub Iguassu. Além disso, serão apresentados também os projetos nas áreas de energia e inovação aberta. 

Para o diretor superintendente do PTI-BR, general Eduardo Garrido, o Rio Innovation Week é uma excelente oportunidade para buscar parcerias, investimentos e conectar empresas e startups. “O evento vai promover e dar visibilidade nacional aos projetos do Parque Tecnológico Itaipu. Nossos centros de competências e startups incubadas apresentarão uma amostra das soluções inovadoras que temos a oferecer para todo o Brasil”, disse Garrido. 

Para isso, estão programadas pelo menos 4 conferências que serão ministradas pelo diretor de negócios e inovação, Rodrigo Régis, e pelo diretor técnico, Rafael Deitos. Além de contar com a participação das empresas selecionadas no Smart Vitrine, Topa e Automa, que apresentarão, no estande do PTI, as soluções que serão testadas no Bairro Itaipu A, maior bairro sandbox do Brasil, em 2022. 

As startups incubadas Maker Soluções, WestCob, Manfing, Lolita, Daga Agrinavi e Um bom App, estarão em espaços variados apresentando suas soluções para o mercado.  

  

Segurança 

O Rio Innovation Week seguirá todos os protocolos de segurança indicados pelos órgãos competentes, incluindo a exigência do uso de máscara, a disponibilização de álcool gel e o distanciamento social. Será exigido na entrada do evento, de visitantes moradores ou não do Rio de Janeiro, o comprovante de vacinação contra a Covid-19. Serão aceitos comprovantes digitais, como o aplicativo do Conecte SUS, ou físicos, como a carteira de vacinação ou o comprovante assinado emitido no momento da vacinação. 

Paraná pode estruturar rede para liderar cadeia produtiva de hidrogênio verde

O vice-governador Darci Piana recebeu nesta terça-feira (11) a diretoria do Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), pioneiro na produção do insumo de forma experimental e que está articulando a implantação de uma rede para fortalecer essa cadeia, com a participação tanto do poder público, como do setor produtivo.

O Paraná pode se tornar a principal cadeia produtiva de hidrogênio verde do País. O vice- governador Darci Piana recebeu nesta terça-feira (11) a diretoria do Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), pioneiro na produção do insumo de forma experimental e que está articulando a implantação de uma rede para fortalecer essa cadeia, com a participação tanto do poder público, como do setor produtivo.

Por parte do governo, Piana sugeriu a inclusão da Copel e da Fundação Araucária na articulação do projeto, que também deve contar com a participação de entidades como a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e a Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

“É muito importante articular esse diálogo com os órgãos governamentais e com as entidades do setor produtivo para que a construção dessa rede seja feita de forma integrada”, afirmou o vice-governador. “O Paraná tem muito a ganhar com a criação de uma cadeia produtiva de hidrogênio, que demanda bastante tecnologia e mão de obra capacitada, além de reduzir os custos para o agronegócio”.

O diretor-superintendente do Parque Tecnológico de Itaipu, Eduardo Garrido, disse que o apoio institucional é fundamental para tornar o projeto realidade. “O PTI tem experiência na área de hidrogênio, somos muito procurados por empresas e parceiros que querem desenvolver essa área”, explicou. “Por isso, criamos uma proposta para montar uma rede de hidrogênio verde, ideia que já estamos discutindo com a Fiep e, agora, com o Governo do Estado”.

POTENCIAL – Além do potencial de produção de hidrogênio utilizando energia renovável – o que determina que o elemento seja mais sustentável, por isso ser chamado de hidrogênio verde – o mercado brasileiro tem também grande capacidade de aplicação do insumo, que pode ser utilizado em refinarias, para reduzir a emissão de carbono nos combustíveis fósseis, na agroindústria, em siderúrgicas e, principalmente, na produção de fertilizantes.

Dentro desse cenário, o Paraná tem grande potencial para liderar a cadeia produtiva, que pode levar em torno de dez anos para se consolidar. O pioneirismo da produção experimental do PTI é um dos fatores, mas o Estado também conta com uma rede forte de instituições de ciência e tecnologia, mão de obra qualificada e se destaca na produção de energia renovável.

Outra vantagem do Paraná é contar com um mercado interno promissor, com a possibilidade de se tornar autossuficiente na produção de fertilizantes caso domine a cadeia do hidrogênio verde. Atualmente, grande parte do adubo utilizado na agricultura é importado de países como Rússia, China, Canadá, Bielorrússia e Catar.

Segundo Rodrigo Régis, diretor de Negócios e Inovação do PTI, o Brasil já conta com algumas plantas para a produção de hidrogênio, mas elas são financiadas por instituições internacionais e visam a comercialização para o Exterior. “O objetivo da rede é acelerar o desenvolvimento da cadeia industrial do hidrogênio, estimulando o mercado interno”, afirmou.

“Estamos diante de um mercado similar ao que tivemos com a energia eólica nos anos 2000. É o início de um mercado que está sendo desenvolvido e que precisa de incentivos e políticas que estimulem o seu desenvolvimento”, destacou. “Então se o Estado for mais rápido nesse processo vai conseguir desenvolver a cadeia industrial. Por isso precisamos construir essa estratégia para implementar no Paraná”.

 

Replica de Assessoria: AEN Paraná

Fotos: Camila Tonett/Vice-governadoria